Policial - Thursday, 27/9/2007 7:42 - 0 Comentários

Fuzilado no quintal de casa

JORNAL HORA H

Um homem identificado apenas como Borracha foi assassinado a tiros no final da tarde de terça-feira em Tinguá, Nova Iguaçu. De acordo com relatos, a vítima levou quatro tiros no rosto e morreu no terreno da casa onde morava. Não há pistas do homicídio, que foi registrado na 58ª DP (Posse).

Policiais do 20º BPM (Mesquita) foram acionados para o local e tomaram as devidas providências, preservando a cena do crime até o final dos trabalhos preliminares dos inspetores da unidade policial e do ICCE. A vítima só foi removida do local para o IML de Nova Iguaçu no final da manhã de ontem pelo rabecão do Corpo de Bombeiros.

Segundo foi apurado no local, Borracha trabalhava como pedreiro e morava no local há pouco tempo. Moradores disseram que ouviram os quatro disparos, mas não avistaram quem foi o responsável por sua execução. A polícia também descobriu que Borracha era visto constantemente bêbado na região, mas era tido como um homem calmo, que não arrumava confusão com ninguém. O proprietário da moradia onde Borracha residia, Nilson Soares, prestou depoimento na delegacia e teria dito que não sabia de nada. Os inspetores estão realizando diligências em busca de informações que ajudem a desvendar o crime.



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Um homem identificado apenas como Borracha foi assassinado a tiros no final da tarde de terça-feira em Tinguá, Nova Iguaçu. De acordo com relatos, a vítima levou quatro tiros no rosto e morreu no terreno da casa onde morava. Não há pistas do homicídio, que foi registrado na 58ª DP (Posse).

Policiais do 20º BPM (Mesquita) foram acionados para o local e tomaram as devidas providências, preservando a cena do crime até o final dos trabalhos preliminares dos inspetores da unidade policial e do ICCE. A vítima só foi removida do local para o IML de Nova Iguaçu no final da manhã de ontem pelo rabecão do Corpo de Bombeiros.

Segundo foi apurado no local, Borracha trabalhava como pedreiro e morava no local há pouco tempo. Moradores disseram que ouviram os quatro disparos, mas não avistaram quem foi o responsável por sua execução. A polícia também descobriu que Borracha era visto constantemente bêbado na região, mas era tido como um homem calmo, que não arrumava confusão com ninguém. O proprietário da moradia onde Borracha residia, Nilson Soares, prestou depoimento na delegacia e teria dito que não sabia de nada. Os inspetores estão realizando diligências em busca de informações que ajudem a desvendar o crime.



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