Estudantes mapeiam desigualdades do Brasil em olimpíada que une geografia, tecnologia e IA
Alunos do Ensino Fundamental e Médio poderão analisar áreas com baixa conectividade, distância até serviços essenciais como escolas e hospitais e distribuição do transporte público
Essa é a proposta da II Olimpíada Brasileira de Geoinformação, com inscrições abertas até 31 de maio em olimpiadadegeoinformacao.com.br. Com o tema “Conectividade e infraestrutura: como as redes estruturam o território brasileiro” a iniciativa, de alcance nacional, estimula o desenvolvimento do pensamento espacial, da análise crítica do território e do uso de tecnologias aplicadas à Geografia.
A primeira fase será uma prova objetiva com questões que envolvem interpretação de mapas, análise de padrões espaciais, leitura de gráficos e resolução de situações-problema. Já a segunda etapa irá propor uma atividade prática, em que os estudantes deverão identificar um problema de conectividade ou infraestrutura em seu território e apresentar uma solução com base em análise espacial. A primeira edição da Olimpíada reuniu 3.780 estudantes de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal.
A competição é executada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), a Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Faculdade de Formação de Professores (UERJ-FFP) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Os recursos para a realização do evento são oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), como parte do Programa Pop Ciência; do Ministério da Educação (MEC), por meio dos Programas Escola em Tempo Integral e Escola das Adolescências; e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ).
Obs: Para mais informações e ou entrevista com a responsável pelo departamento de Geografia da UFRJ, Elisabeth Souza.
