Festas juninas: Braskem alerta para os impactos da soltura de balões na região de Duque de Caxias
Prática ilegal pode causar incêndios, afetar áreas industriais, redes elétricas e colocar em risco a segurança da população
As festas juninas fazem parte da cultura brasileira e mobilizam milhares de pessoas todos os anos em celebrações espalhadas por todo o país. Entretanto, algumas práticas associadas ao período representam riscos importantes para a segurança da população e do meio ambiente. Entre elas está a soltura de balões, atividade proibida por lei e que pode provocar acidentes de grandes proporções.
Na região de Duque de Caxias, onde está localizado um dos mais importantes polos industriais do estado do Rio de Janeiro, a atenção para esse tema se torna ainda mais necessária. A Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, reforça, durante o período junino, a conscientização sobre os perigos da soltura de balões e destaca que a prevenção deve ser mantida ao longo de todo o ano.
Ao serem lançados sem qualquer controle, os balões podem percorrer grandes distâncias antes de cair, atingindo áreas urbanas, vegetações, instalações industriais, redes de transmissão de energia e vias de circulação. Dependendo das condições climáticas e do local de queda, o artefato pode iniciar incêndios e causar danos materiais e ambientais significativos.
Para reduzir riscos e proteger suas operações, a Braskem mantém permanentemente uma série de procedimentos voltados à segurança industrial. Durante os meses de junho e julho, as ações de vigilância e monitoramento são reforçadas, com atenção especial às áreas operacionais e à identificação de potenciais situações de risco. A companhia também atua em conjunto com órgãos públicos e entidades responsáveis pela resposta a emergências na região.
“A prevenção é um compromisso permanente da Braskem e envolve o trabalho conjunto entre empresa, poder público e sociedade. Neste período, reforçamos o alerta para que a população evite a soltura de balões e contribua para a segurança das comunidades e das atividades industriais da região”, afirma Fernando Vecchiati, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Braskem no Rio de Janeiro.
A legislação brasileira considera crime ambiental fabricar, vender, transportar ou soltar balões. A proibição está prevista na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), que estabelece penalidades para os responsáveis, incluindo multas e detenção.
A Braskem reforça que a conscientização da população é fundamental para prevenir acidentes. Casos de fabricação, comercialização ou soltura de balões podem ser comunicados aos órgãos competentes, contribuindo para a proteção das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente em toda a região.
