Soluções em sistemas de pagamento tornam cidades mais ágeis e eficientes

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Soluções em sistemas de pagamento tornam cidades mais ágeis e eficientes

Um levantamento da Insper, em 2022, apontou que o carro é um desejo de consumo menor em países bem servidos por transporte público. Nesse levantamento, a Nigéria liderou o ranking, com 59% dos entrevistados sem automóvel confirmando que gostariam de adquirir um veículo. Na 2ª posição veio o Brasil, com 51% respondendo sim à pergunta. Estudos internacionais estimam que até 2050 o número de carros em circulação salte de 1,4 bilhão para 2 bilhões. Ao passo que a população nos grandes centros saia de 57% para 70%. Para se ter uma ideia, hoje, o trânsito que para as principais cidades do mundo no horário de rush acontece com apenas 30% dos veículos nas ruas. A História provou que ampliar a malha viária traz mais carros às ruas.

Na mesma pesquisa que a Insper trouxe, o Japão aparecia na parte baixa da intenção de compra de automóvel. Eram 6% das pessoas interessadas em adquirir esse bem. Essa combinação carro, trânsito, crescimento das cidades guarda relações diretas com o planejamento da mobilidade urbana. Tóquio, onde mais entrevistados disseram não querer adquirir um veículo, tem 37 milhões de habitantes. Uma cidade eficiente, projetada para caminhar, pedalar (a opção de 14%) e um caso emblemático para quem se interessa por mobilidade urbana: Shinjuku. Trata-se de uma estação intermodal construída em cinco níveis, com 1 km de extensão e que recebe 3.6 milhões de passageiros todos os dias. É metade da população do Rio de Janeiro concentrada naquele lugar. São cinco companhias de trem e metrô e 1.600 linhas de ônibus conectadas. Tóquio optou por um cartão único, o Pasmo, para dar agilidade e celeridade ao embarque.

Os japoneses replicaram o modelo de sucesso de Shinjuku a outras localidades. O mundo opta por modelos que priorizam os transportes coletivos integrados. Singapura movimenta mais de 3 milhões de passageiros em metrô e nos 4.000 ônibus com o Ez-Link, cartão interoperável. Londres integra 11 linhas de metrô, 7 de trem e 9.000 ônibus, cerca de 9,5 milhões de pessoas podem confiar no Oyster, o cartão lido em todos os modos. Paris tem 10.500 ônibus em operação, a escolha diária de 5 milhões de passageiros, rede metropolitana de metrô com 14 linhas e 1,52 milhão de clientes, 8 linhas de trens, integrados e que permitem o embarque com Navigo. Paris ainda é convidativa para os deslocamentos por bicicleta, com 352 km de ciclovias construídos.

E o Rio de Janeiro? Onde pode buscar inspiração? A região metropolitana é abastecida por trem, metrô, barcas, ônibus, VLT e vans e do ponto de vista de bilhetagem eletrônica e digital, o usuário de transporte público encontra as mesmas soluções que essas quatro metrópoles. Para Cassiano Rusycki, CEO da Riocard Mais, a maior empresa de bilhetagem da América, o Rio está em condições de igualdade na forma de pagamento. “O sistema Riocard realiza 6 milhões de transações diariamente. É o único que que possibilita acessar todos os meios de transporte e o único permite a habilitação dos benefícios tarifários, como o Bilhete Único Intermunicipal, que oferece descontos nas passagens. A agilidade, a praticidade e a eficiência que os moradores e turistas encontram em Shinjuku, Paris e Londres, encontram no Rio de Janeiro também”, explica.

Além do cartão físico, o cliente consegue pagar a passagem por celular, pulseira, chaveiro, sticker e pode recarregar o produto pelo próprio smartphone, sem necessidade de entrar em fila em máquina de autoatendimento. Os dois últimos lançamentos priorizaram essa situação. “A inspiração para lançar a pulseira foi a MagicBand, na Disney, que dá acesso aos parques, ao quarto do hotel, lojas e restaurantes do complexo. Aqui no Rio, fazia sentido uma pulseira à prova d’água para uma população que vai à praia com frequência e pratica esporte ao ar livre. E agora, lançamos o sticker, especialmente para os mais jovens que estão sempre em busca de produtos inovadores que ofereçam mais facilidade e agilidade. Colou e passou”, ilustra o CEO da Riocard.

Acompanhando atentamente o debate que vem reunindo especialistas, empresas privadas e entidades públicas sobre a importância do sistema de pagamentos da tarifa de transporte para a evolução da mobilidade urbana, o executivo garante que a Riocard Mais buscará novas integrações. “Ainda em 2023, vamos avançar em uma parceria para quem usa o sistema Riocard e bicicleta como forma de deslocamento. Faz sentido na nossa visão ajudar na construção de uma cidade mais eficiente e ágil, conectando as bikes ao transporte público e oferecendo os mesmos benefícios tarifários”, informa Rusycki.

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