Rock in Rio 2026 deve movimentar R$ 3,36 bilhões e gerar quase 34 mil empregos, aponta FGV
Estudo projeta crescimento em relação à edição anterior e reforça o festival como um dos maiores geradores de impacto econômico do país
O Rock in Rio 2026 deve movimentar R$ 3,36 bilhões na economia brasileira, de acordo com estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O número representa um crescimento significativo em relação à edição de 2017, quando o impacto registrado foi de R$ 2,65 bilhões. A projeção foi divulgada nesta quinta-feira (21) durante coletiva de imprensa realizada no escritório da Rock World, empresa organizadora do festival.
Além do volume financeiro, os dados mostram que a Cidade do Rock deve movimentar cerca de 33,9 mil postos de trabalho ao longo da sua realização — sendo 22,8 mil empregos diretos e 11,1 mil indiretos. O efeito multiplicador da iniciativa também chama atenção: para cada R$ 1,00 investido na produção do evento, R$ 6,59 são gerados na economia brasileira.
“O Rock in Rio acontece dentro da Cidade do Rock, mas seus efeitos se espalham pelo Rio inteiro e acabam alcançando o Brasil de uma forma muito poderosa”, afirmou Roberto Medina, presidente e criador da Rock World. Segundo ele, a cadeia produtiva em torno do festival inclui trabalhadores informais, profissionais de hotelaria, transporte, alimentação e entretenimento.
O festival está programado para acontecer nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro de 2026, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, com mais de 30 mil profissionais credenciados envolvidos na sua realização.





